terça-feira, maio 29, 2007

Planta


Planta da raiz

pé-de-planta, pede planta.

Planta de pé e planta do pé na planta.


Planta eu, planta tu, nós plantamos!

Plant(ação), não planta sem ação.


Planta da casa, do prédio da cidade grande.

Plantas artificiais em cima das plantas reais.

sexta-feira, maio 25, 2007


Eu, de intrusa no grupo de soma alheio...Não sei ainda se eu recomendo às pessoas. Tá foda. Mas foda é coisa boa, né? Recomendo. Ou não.

(essa confusão nas palavras ilustra todo meu momento...e a culpa é da imagem acima)





terça-feira, maio 22, 2007

Palavras genéricas pros amores do mundo

Início do fim, fim no início
Palavras genéricas pros amores do mundo

Se sabe:
Paixão - Amor - Vontade - Saudade...
Paixão - Amor - Vontade...
Paixão - Amor...
Paixão...

Não quero, não vou, perder meu amor: palavras genéricas pros amores do mundo.

segunda-feira, maio 21, 2007

Mola

Desde que nasceu, sabia que era mola. Sim, mola, daquelas de contrair e...qual o contrário de contrair?
Bom, segundo o dicionário:
MOLA, s. f. Lâmina metálica com que se dá impulso ou resistência a qualquer peça; (fig.) tudo que concorre para um movimento ou para um fim.
Até aí, tudo bem. O problema era a tendência a contrair sempre, até não aguentar mais. Quando era mola-criança, teve problemas de estômago por se contrair por tempo demais e, por isso, nunca se soltar sem grandes prejuízos.
Quando mola-adolescente, começou a aprender a lidar com o relaxar; mas não muito, pouco. De repente, se depara com uma mola da qual não importa a idade e sim a falta de referência próxima ao que se tornou: uma mola que impulsionou além do esticado. Não é que não tenha referência de outras molas hiper-esticadas, veja bem, é que não sabe lidar com a inconstância de estados. E nem ao menos sabe em que estado quer ficar, pra buscar isso. Antes sabia, agora não mais. Não acha mais o tom e, talvez, isso seja exatamente a descoberta de quem é. Sim, talvez, mas é bem difícil se achar em si quando descobre-se que as referências já não importam. E ao mesmo tempo importam tanto, pelo costume.
"É o amor, não a morte, o contrário de vida."
Difícil nascer depois de morrer o amor de dentro tantas vezes, ainda mais quando não se é cristão...
E a frase recorrente de 2007: Só mais um ano, só mais um ano...
(agora só mais alguns meses..)

quinta-feira, maio 10, 2007

Balada do doido ou Virada Cultural para (proto)Mutantes


Primeiro veio o vinho. Muito vinho e o Alceu Valença fazendo graça.

Aí, o Dani chega com o olho brilhando e grita pra mim: "Nati, eu conheci o Ricardo Kelmer! Eu vendi um vinho pra ele!".

Nisso, começa a banda da forma mais inesperada pra mim, e todos corremos para a frente do palco. Correndo, gritando, dançando.

Algumas músicas depois, olho pra trás e vejo um tótem humano. Daora...Peraí! São os meninos! Caralho! Abracei e beijei todos com muita saudade.

O último foi o Glauber que, segurando meus ombros com os braços esticados e os olhos brilhando igual aos do Dani, fixos nos meus, me disse: "Nati, eu tô grávido...Eu vou ter um filho com a Denise!"
.......caralho....CARALHO!!

Depois disso, ainda ganhei cerveja, perdi celular, encontrei gente, perdi gente, e terminei dormindo de frio e bebida. Foi lindo...